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Platão e o amor platónico Hoje em dia, descrevemos o amor platónico como uma ligação amorosa entre duas pessoas, espiritual, sem desejo sexual. Esse, no entanto, não é o significado inicial – pelo menos, não exactamente. Como já falei antes (ver xiv), Platão defendia dois domínios: Domínio do Ser – das Formas ou Ideias, queContinue a ler “xxiii”

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Hoje, o sol não nasceu. Qual é a expressão?Raios te partam!E quem sou eu para dizer que não? Que os raios partam, então. Que quebrem, e rasguem, e queimem. Que, ao chegarem, as labaredas se acendam em línguas bárbaras, sinusóides – das que, para lá da superfície, onde é fácil arder, navegam mais fundo eContinue a ler “xxii”

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Georgia Lee e o que aprender das tragédias Mais tarde ou mais cedo, há sempre uma música ou outra que me surge por mero acaso – muitas vezes em playlists que navegam autónomas – e me prende a atenção. A mais recente, foi a Georgia Lee. A primeira versão que ouvi foi no timbre meigoContinue a ler “xx”