xxxvii

“You’re not alone in anything / You’re not alone in trying to be.” Suo.Sou. Lá do alto, uma propagação divina chega até mim.Quente. Doce. Lá do alto, uma forma de crença. Na minha pele – o que me reveste – o quente é um sentido, uma razão.Amar é pouco mais do que isto – umContinue a ler “xxxvii”

xxxvi

O Cinismo, Diógenes e o que define uma boa vida Os séculos entre a morte de Alexandre, O Grande (em 323 AEC) e a morte de Santo Agostinho de Hipona (em 430 EC) delimitam os períodos Helenístico e o Imperial. Por entre estes sete séculos e meio, o mundo viu a ascenção do domínio romanoContinue a ler “xxxvi”

xxxiv

A beleza na violência Se há algo que me aproxima da música – para lá da música, em si – são as letras.Indiscutivelmente, parte do que ouço com recorrência é influenciado pelo prazer de descodificar bons letristas. O meu ano de 2020 ficou marcado, musicalmente, pela Phoebe Bridgers exactamente por essa razão. O novo álbumContinue a ler “xxxiv”

xxxiii

Os desafios da literatura num mundo tecnológico Em pleno século XXI – e apesar de não o processarmos como tal – vivemos no futuro. Surgem e difundem-se os carros eléctricos, investe-se em viagens espaciais e modos de transporte baseados na levitação magnética – inclusive, já houve a primeira viagem tripulada num destes aparelhos.Nos nossos bolsos,Continue a ler “xxxiii”

xxxi

ODAP – A neurotoxina que liga Christopher McCandless e o Holocausto. O filme surgiu em 2007. O livro, em 1996.No entanto, antes de isso tudo, havia um homem: Christopher McCandless. PASSADO O Chris nasceu na El Segundo, Califórnia em 1968, mas mudou-se com a família – os pais e a sua irmã mais nova CarineContinue a ler “xxxi”

xxx

Crónicas para dormir (I) Está escuro.Breu adorna o frio, ou o oposto – é tudo o mesmo e coisa nenhuma. Avançam pela noite, quando dorme a razão, e guerreiam o miúdo numa guerra desigual, num confronto corrosivo, numa questão de dominância. Vulnerável, surgem os vícios como raposas – as defesas das mentes débeis. Criam asContinue a ler “xxx”

xxix

Nick Cave e o luto. A 14 de Julho de 2015, Arthur Cave – filho de Nick Cave – com apenas 15 anos, caiu de um penhasco, em Ovingdean, e faleceu devido aos ferimentos. Em 2019, Nick Cave lançou Ghosteen, um álbum marcado, invariavelmente, pela expressão dessa perda. Para mim, a perda e o lutoContinue a ler “xxix”