crónicas para dormir



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Crónicas para dormir (XVIII):
Línguas e palavras.

c

Crónicas para dormir (XVI):
Cogito, ergo sum

xcv

Crónicas para dormir (XV):
Minhocas à luz do candeeiro.

xci

Crónicas para dormir (XIV):
Presidir um derrame cerebral.

lxxxv

Crónicas para dormir (XIII):
A percepção é sempre submissa.

lxxiii

Crónicas para dormir (XI):
“Boy, you’re gonna carry that weight”

lxvii

Crónicas para dormir (X):
“Não há consolação, amigo triste, o homem é um animal inconsolável.”

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