Uma mosca chamada Miranda

Já dizia Lavoisier que “Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” e, se é já um cliché dizê-lo, felizmente isso não lhe remove a veracidade. À falta de dentes, as moscas descobriram um processo alternativo marcadamente repugnante para se alimentarem: primeiro, ao pousar numa superfície, a mosca recorre aos pés paraContinue a ler “Uma mosca chamada Miranda”

xxxiii

Os desafios da literatura num mundo tecnológico Em pleno século XXI – e apesar de não o processarmos como tal – vivemos no futuro. Surgem e difundem-se os carros eléctricos, investe-se em viagens espaciais e modos de transporte baseados na levitação magnética – inclusive, já houve a primeira viagem tripulada num destes aparelhos.Nos nossos bolsos,Continue a ler “xxxiii”